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Áreas oferecidas

Publicado: Quarta, 18 de Outubro de 2017, 22h38 | Última atualização em Quarta, 06 de Dezembro de 2017, 11h35 | Acessos: 1862

A Quinta Rodada de Licitações está disponibilizando uma área total de aproximadamente 162.392 Km² para atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural. Estas áreas distribuem-se por 9 bacias sedimentares brasileiras.

Obs: Alguns blocos nas bacias do Espírito Santo e Potiguar foram excluídos.

Veja detalhes.

Mapa da Quinta Rodada de Licitações
Resumo dos setores

 

Coordenadas

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Shapefile: setores_R5

 

Bacia da Foz do Amazonas

Na Bacia da Foz do Amazonas estão sendo oferecidos 2 setores em águas rasas, contendo 156 blocos, totalizando 29.936,93 km². Esta bacia situa-se na porção oeste da margem equatorial brasileira, ao longo da costa dos estados do Amapá e do Pará. Ocupa uma área aproximada de 261.170 km², incluindo a plataforma continental, talude e região de águas profundas, até o limite entre as crostas continental e oceânica. Recentemente, a bacia foi alvo de levantamento sísmico 2D do tipo spec survey. Foram perfurados 93 poços exploratórios na bacia, sendo 60 pela Petrobras e 33 por companhias que atuaram sob contrato com cláusula de risco. Este esforço exploratório resultou na descoberta de duas acumulações sub-comerciais de gás: Pirapema, e a área do poço APS-51A.

Bacia da Foz do Amazonas

 

Texto:

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Shapefile:

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Áreas:

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Geologia:

Carta Estratigráfica

Seção Geológica

 

Bacia de Barreirinhas

Na Bacia de Barreirinhas est á sendo oferecido um setor em águas rasas, contendo 62 blocos, totalizando 11.917,01 km². Esta bacia localiza-se na margem equatorial brasileira, abrangendo parte da costa do Estado do Maranhão e a plataforma adjacente. Está limitada a noroeste pela Plataforma da Ilha de Santana, a leste pelo Alto de Tutóia e, a sul pela Plataforma de Sobradinho. Possui uma área de aproximadamente 50.000 km², dos quais 10.000 km² na sua porção emersa. Recentemente, a bacia foi alvo de levantamento sísmico 2D do tipo spec survey. Foram perfurados 105 poços exploratórios na bacia, dos quais apenas 9 estão situados na plataforma continental. Este esforço exploratório resultou, até o momento, nas descobertas das acumulações sub-comerciais de São João (óleo e gás), Oeste de Canoas (gás) e Espigão (gás), situadas na porção terrestre da bacia.

Bacia de Barreirinhas

 

Texto:

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Shapefile:

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Áreas:

SBAR-AR2

 

Geologia:

Carta Estratigráfica

Seção Geológica

 

Bacia Potiguar

Nesta bacia estão sendo oferecidos quatro setores em sua porção terrestre, contendo 153 blocos, totalizando 5.182,63 km². Esta bacia situa-se no extremo leste da Margem Equatorial Brasileira, compreendendo um segmento emerso e outro submerso, ao longo dos Estados do Rio Grande do Norte e do Ceará. O Alto de Fortaleza define seu limite oeste com a Bacia do Ceará, enquanto que o Alto de Touros define seu limite leste com a Bacia de Pernambuco-Paraíba. Sua área, até a isóbata de 3.000m, alcança 119.295 km², sendo 33.200 km² (27,8%) emersos e 86.095 km² (72,2%) submersos. Recentemente, a porção marítima da bacia foi alvo de levantamento sísmico 2D do tipo spec survey. O esforço exploratório já realizado resultou na descoberta de 70 campos de óleo e gás, sendo 6 no mar e 64 em terra. Recente perfuração na porção terrestre da bacia constatou uma acumulação de óleo, indicando que a bacia ainda oferece boas oportunidades. A Bacia Potiguar, com uma produção diária de 110 mil boe, é atualmente a segunda região produtora do país.

Bacia Potiguar

 

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Áreas:

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Geologia:

Carta Estratigráfica

Seção Geológica

 

Bacia do Recôncavo

Na Bacia do Recôncavo está sendo oferecido um setor, contendo 41 blocos, totalizando 1.245,60 km². A bacia está localizada na região nordeste do Brasil, em parte emersa do Estado da Bahia, ocupando área de 10.200 km². Limita-se com a Bacia do Tucano, ao norte, pelo Alto de Aporá, e com a Bacia de Camamu-Almada, ao sul, por uma zona de transferência E-W (Falha da Barra). Os limites leste e oeste da bacia são afloramentos pré-cambrianos oriundos, respectivamente, dos sistemas de falhas de Salvador e de Maragogipe. A descoberta de petróleo nesta bacia ocorreu em 1939 com a perfuração de um poço em Lobato, considerado como o marco inicial da indústria petrolífera nacional. Recente descoberta de uma acumulação de óleo leve revelou, em testes, boa capacidade de produção. A Bacia do Recôncavo produz atualmente cerca de 80.000 barris/dia de óleo equivalente.

Bacia do Recôncavo

 

Texto:

SREC-T2

 

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Áreas:

SREC-T2

 

Geologia:

Carta Estratigráfica

Seção Geológica

 

Bacia do Espírito Santo

Na Bacia do Espírito Santo-Mucuri estão sendo oferecidos um setor em águas rasas e três setores em terra, contendo 21 e 60 blocos respectivamente, totalizando 5.687,201 km².

Esta bacia localiza-se ao longo do litoral centro-norte do Estado do Espírito Santo e sul do Estado da Bahia. Seu limite sul é a feição geológica conhecida como Alto de Vitória, que a separa da Bacia de Campos, enquanto seu limite norte, com a Bacia de Cumuruxatiba, é apenas geográfico. A bacia possui uma área sedimentar total de 123.130 km² até a lâmina d'água de 3.000 m (17.900 km² em terra), e está coberta por recente levantamento sísmico 2D do tipo spec survey. A perfuração de 489 poços exploratórios na bacia resultou na descoberta de 52 acumulações de hidrocarbonetos, sendo 47 na porção terrestre e 5 na plataforma continental. A bacia apresenta um volume original provado de 71 milhões de m3 de óleo e 9 bilhões de m3 de gás. Recentemente, em terra, várias avaliações foram concluídas resultando em acumulações comerciais, como por exemplo o campo de Mosquito. No mar, as descobertas em alguns blocos, como por exemplo uma descoberta de gás no bloco BFRD, estão ainda em avaliação.

Bacia do Espírito Santo Terra
Bacia do Espírito Santo Mar

 

Texto:

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Áreas:

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Geologia:

Carta Estratigráfica

Seção Geológica

 

Bacia de Jequitinhonha

Na Bacia de Jequitinhonha está sendo oferecido um setor em águas profundas, contendo 12 blocos, totalizando 8.899,97 km². Esta bacia localiza-se na porção nordeste da margem leste brasileira, no litoral sul do estado da Bahia, em frente à foz do rio Jequitinhonha. A norte, limita-se com a Bacia de Camamu-Almada através do Alto de Olivença, e a sul, com a Bacia de Cumuruxatiba, através do banco vulcânico de Royal Charlotte. Ocupa uma área de cerca de 10.100 km², dos quais 9.500 km² são submersos (7.000 km² até 1.000 m de lâmina d'água e 2.500 km² entre 1.000 e 2.000 m). Recentemente, a bacia foi alvo de levantamento sísmico 2D do tipo spec survey. A perfuração de 35 poços exploratórios na bacia, resultou em uma descoberta na área do poço 1-BAS-37.

Bacia de Jequitinhonha

 

Texto:

SJ-AP

 

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SJ-AP

 

Áreas:

SJ-AP

 

Geologia:

Carta Estratigráfica

Seção Geológica

 

Bacia de Campos

Na Bacia de Campos estão sendo oferecidos 3 setores, sendo dois em águas rasas e um em águas profundas, contendo 38 e 6 blocos respectivamente, totalizando 11.500,94 km². Situada no litoral dos Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, esta bacia abrange uma área de 115.800 km² até a lâmina d'água de 3.000 metros. Uma pequena parte dessa área se estende para terra. A interação dos elementos do sistema petrolífero resultou num sincronismo ideal de geração, migração e trapeamento de hidrocarbonetos tornando esta bacia a mais prolífica do Brasil, com a descoberta de enormes volumes de óleo e gás. A produção atual da bacia é superior a 1.250.000 de barris de óleo e 18,89 milhões de m3 de gás por dia. Estão sendo realizados planos de avaliação de descobertas significativas nos blocos BC-30 e BC-60, cuja declaração de comercialidade é esperada para o ano de 2003. Em outros blocos, como por exemplo o BC-10 e o BC-2, a perfuração de 12 poços resultou em descobertas cujo potencial está por ser avaliado.

Bacia de Campos

 

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Áreas:

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Geologia:

Carta Estratigráfica

Seção Geológica

 

Bacia de Santos

Na Bacia de Santos estão sendo oferecidos 3 setores, sendo dois em águas rasas e um em águas profundas, contendo 306 e 20 blocos respectivamente, totalizando 66.661,60 km². 
Esta bacia localiza-se na porção sudeste da margem continental brasileira, em frente aos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Limita-se ao sul pelo Alto de Florianópolis, que a separa da Bacia de Pelotas; enquanto que ao norte é limitada pelo Alto de Cabo Frio, que a separa da Bacia de Campos. Com área total de 352.260 km² até a lâmina d'água de 3.000 m, a Bacia de Santos constitui-se na mais extensa dentre as bacias costeiras do Brasil. Recentemente, a bacia foi alvo de um dos maiores levantamentos sísmicos 3D do tipo spec survey do mundo. A perfuração de 150 poços exploratórios, na bacia, resultou na descoberta de 5 campos de óleo (Tubarão, Coral, Estrela do Mar, Caravela e Caravela Sul) e um campo de gás e condensado (Merluza), que somam um volume original de óleo equivalente da ordem de 190 milhões de m3. As mais recentes descobertas, ainda em fase de avaliação, foram realizadas após a perfuração de 28 poços nos blocos BS-3, BS-4 e BS-500, envolvendo reservatórios de idades variando do terciário ao cretáceo, saturados por óleo e/ou gás, fatos que contribuem para aumentar a potencialidade da bacia.

Bacia de Santos

 

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Áreas:

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Geologia:

Carta Estratigráfica

Seção Geológica

 

Bacia de Pelotas

Na Bacia de Pelotas está sendo oferecido um setor em águas profundas, contendo 33 blocos, com uma área total de 21.360,48 km². Esta bacia situa-se na extremidade sul da margem continental brasileira, desde o Uruguai, a sul, até a Bacia de Santos, a norte. A sua área é de aproximadamente 210.000 km², até a cota batimétrica de 2.000 metros. O esforço exploratório realizado resume-se a 21 poços, sendo que 12 destes são estratigráficos, e 9 perfurados na parte emersa da bacia. O poço mais recente foi perfurado em 2001 e atualmente não existem concessões nesta bacia.
A bacia não apresenta a seção evaporítica e sua prospectividade ainda precisa ser mais bem avaliada. Prospectos principais são turbiditos cretáceos e terciários, carbonatos e arenitos albianos, em trapas estratigráficas e estruturais. Secundariamente, podem ser considerados prospectos aptianos/barremianos e paleozóicos (?) nas regiões mais rasas e proximais.

Bacia de Pelotas

 

Texto:

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Shapefile:

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Áreas:

SP-AP3

 

Geologia:

Carta Estratigráfica

Seção Geológica

 

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